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Blog Da Fertilidade à Maternidade!

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[04/10 17:32]
Gravidez: A Importância da Placenta

A placenta atua como pulmão fetal, rins, intestino e fígado. É um órgão de vida limitada que regula toda a atividade da gravidez.

Durante os nove meses da gestação, a placenta é o ninho do feto. Para além de proteger o futuro bebê de qualquer golpe ou traumatismo sofridos pela mãe, a placenta é responsável pela chegada ao feto de todos os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento como, por exemplo, oxigênio, proteínas, lípidios e glicose. A sobrevivência do feto depende do bom estado da placenta.
 

Principais funções

Na altura em que se forma, a placenta produz dois tipos de hormônios que serão imprescindíveis durante toda a gestação: a gonadotropina coriônica humana cuja missão é estimular o crescimento do útero armazenando nutrientes para alimentar o embrião e a hormônio lactôgena placentário, que permite saber se este órgão tem um bom funcionamento.

É também a placenta que permite a produção (apenas nas 1as semanas) de três hormônios essenciais para a gravidez: os estrógenos, a progesterona e a prolactina, conjuntamente responsáveis pelo desenvolvimento dos seios maternos, do desenvolvimento dos músculos do útero e pela produção de leite materno.

A defesa do feto é uma das suas principais funções – a placenta não permite a passagem de algumas bactérias ou germes que possam prejudicar o desenvolvimento saudável do feto.

 

As defesas e os ataques

Muito embora a função da placenta seja a defesa do feto, existem outro tipo de agentes que podem ultrapassar a barreira placentária. Alguns medicamentos, o tabaco, o álcool e alguns vírus como os da sífilis, da toxoplasmose ou da rubéola conseguem passar e colocar o desenvolvimento do feto em risco.

Não só alguns elementos nocivos conseguem ultrapassar a barreira como também alguns dos anticorpos maternos, permitindo ao feto ganhar as protecções imunitárias necessárias para se defender dos microrganismos que o possam afetar.

A mulher grávida deverá ter em conta que, mais de 70% dos medicamentos ultrapassam facilmente a barreira placentária. Os antibióticos, as anfetaminas, os diuréticos, etc., atravessam a placenta podendo provocar problemas de saúde ao feto - deficiências cardíacas, deformações, desordens sanguíneas, entre outras. Por tudo isto, a grávida nunca deve auto-medicar-se! Apenas os medicamentos prescritos pelo médico que são seguros.


A comunicação mãe e filho

A placenta permite a comunicação entre a mãe e o bebê através do cordão umbilical. Este órgão também temporário, funciona de modo a que o feto tenha o aporte necessário de oxigênio, a alimentação para a sua sobrevivência e, para que também através dele, possa eliminar as várias substâncias nocivas que produz.

O cordão umbilical será o elo que liga a mãe e o bebê durante nove meses e até alguns minutos depois de nascer.

 

A apresentação da placenta e o parto

Independentemente da sua apresentação: anterior - quando está perto do umbigo,  posterior - quando está perto da coluna vertebral, não interfere no parto. Contudo, se a placenta está na parte baixa do útero – placenta prévia - o médico pode decidir realizar uma cesariana programada e não esperar por um parto natural. 

Existem alguns casos em que a placenta se desprende, provocando a deficiente oxigenação e a nutrição do bebê. Esta situação pode originar um parto prematuro ou mesmo a morte fetal. As causas do desprendimento da placenta podem ser diversas: hipertensão materna, albumina, mau funcionamento renal ou até devido aos movimentos fetais. Independentemente da causa, este desprendimento provoca perdas sanguíneas e fortes dores abdominais. Nestes casos, e dependendo do tempo de gravidez, o médico depois de avaliar a situação, pode decidir submeter a futura mãe a um internamento com repouso absoluto e monitoração permanente ou realizar uma cesariana de urgência.


Expulsão da placenta

Cerca de dez minutos após o bebê nascer, deverá começar a expulsão da placenta. As contrações de expulsão não deverão ser mais do que quatro ou cinco e muito menos dolorosas do que as contrações do parto.

Após a expulsão, o médico verifica se existem restos de placenta dentro do útero, para evitar que a mulher sofra hemorragias no pós-parto. Caso as contrações terminem antes de expulsar completamente a placenta, o médico deverá extraí-la.


Fonte: http://familia.sapo.pt/gravidez/saude/mae_ideal/1052855.html


Placenta Posterior e Placenta Inferior

As duas são normais embora a "posterior" seja a mais comum entre as grávidas, a placenta anterior também é normal e fica mais à frente da barriga, entre o bebê e a barriga. 

A posterior fica na parte de trás, entre o bebê e as costas. 

Como a placenta anterior fica entre o bebê e a barriga, você pode demorar um pouco mais do que as outras grávidas a sentir o bebê mexer, isso porque a placenta age como uma espécie de "amortecedor" para os pontapés da criança.

Fonte: http://sulrib.blogspot.com.br/2009/05/placenta-anterior-e-posterior.html


O que é Grau Placentário?!

A placenta, conforme evolui a gestação, apresenta uma crescente deposição de cálcio. Em 1979, através de um estudo de imagens de ultra-sonografia, Grannum percebeu que era possível classificar a placenta em sua maturidade, observando-se os depósitos de cálcio vistos durante as Ultra-Sonografias. A classificação, então, foi padronizada em 4 graus de maturidade diferentes: grau 0, 1, 2 e 3. 

Placenta Grau 0: Não há sinais de calcificação, apresentando uma textura homogênea. É a placenta observada durante o primeiro trimestre da gestação. 

Placenta Grau I: Apresenta calcificações esparsas e uma textura ondulada, pode ser vista desde o segundo trimestre da gestação. 

Placenta Grau II: Apresenta uma calcificação já bastante acentuada, principalmente na parte que fica ligada ao útero. Este grau de maturidade placentária não costuma ser visto antes da 30.ª semana da gestação, e é a mais freqüente no momento do parto. 

Placenta Grau III: Em aproximadamente 40% dos casos, uma Placenta Grau III pode ser vista a partir da 35.ª semana da gestação, e sua característica é a calcificação generalizada, sendo vista numa ultra-sonografia sob o formato de um anel. 

O grau de maturidade da placenta pode variar um pouco. O importante mesmo é a relação entre calcificação placentária e o desenvolvimento fetal. Por exemplo, quando se apresenta uma Placenta Grau II antes da 32.ª semana ou uma Grau III antes da 34.ª semana da gestação pode ser preocupante.

Fonte: Portal de Ginecologia

Sobre a Placenta Prévia leia http://anunes.e-familyblog.com/note/6535/um-pouco-mais-sobre-a-placenta.html



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Comentários
adoro criança
eu amo bebe
Escrito por: thalita | 22/05 21:51

re: gty
Oi, não entendi qual a tua dúvida. Alê
Escrito por: | 19/05 19:40

gty
preciso pro meu teste de saber a importancia da placenta pfffffffffff me ajudeeeeeeeeeeeeem !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1111
Escrito por: Gabriela | 19/05 16:21


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